Contagiando e sendo contagiados
A missão que temos na rede não deve ser baseada tanto na criação de bases e estruturas, mas em seu contágio.
Mas as bases são ruins? Não. Em muitos casos, elas são necessárias, mas não devem ser a principal ação da Igreja, sendo que esta ação devemos realizar em cada um de nós individualmente. Os santos não foram as bases, sim pessoas que cumpriram sua missão.
Contágio... O contágio é um mecanismo natural que ocorre em muitas ordens da natureza. Podemos pensar em infecções perigosas, como no caso de doenças, mas também se espalha, contagia riso ou alegria. O contágio envolve uma série de fases: contato, surpresa, assimilação e mudança interior. Precisa de um agente contagioso (Nós) e um elemento de contágio (a Boa Nova).
Deixemo-nos ser contagiados para alastrarmos essa Boa Nova às outras pessoas. Internet? Sim! O contágio não tem limitações nem de distancia nem de tempo. Um comentário, um vídeo, uma foto que compartilhamos nas redes sociais, podem mudar a vida de muitas pessoas. O que estamos esperando?
(fonte: eclesiastic.blogspot.com)
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