Breve revisão da contribuição teórica e prática do Papa no final do campo da comunicação na Igreja
No contexto da beatificação de João Paulo II, a partir de 1 de maio de 2011, o presidente do sindicato dos jornalistas Roman, Bartolini Romano, pediu a Bento XVI que o novo Beato fosse declarado padroeiro dos jornalistas. Em torno do mesmo tempo, embora em outro contexto, um grupo em Facebook expressava o mesmo desejo.
Não era um grupo qualquer na rede social, mas um formado após o inédito "Vatican Blog Meeting", organizado em torno do mesmo tempo pelo Conselho Pontifício para a Cultura e das Comunicações.
Seja ou não uma eventual declaração como "padroeiro dos jornalistas", os dois eventos referidos evidenciavam o reconhecimento de uma característica do Papa: João Paulo II como "Comunicador".
Indiscutivelmente, como comunicador, o pontificado de João Paulo estava sempre em duas linhas paralelas, mas complementares: a da teoria e a prática.
Comunicador teórico
Conceitos agora amplamente citado em ambientes relacionados à comunicação social Um tal documento, o último da vida do Papa, abordou precisamente o tema do rápido desenvolvimento das tecnologias no campo dos meios de comunicação. Se trata da Carta A postólica: "O rápido desenvolvimento dos
meios de comunicação social" de 24 de janeiro de 2005, dirigida aos responsáveis pelas comunicações sociais. Três meses depois, João Paulo II, faleceu. A carta foi um dos principais documentos pontifícios específicos nessa área de atuação e reflexão do ensino da Igreja. O mensagem transmitida claramente foi:
"A Igreja, n a verdade, não está vinculada apenas a usar a mídia para difundir o Evangelho, mas especialmente hoje, mais do que nunca, para integrar a mensagem de salvação à "nova cultura" que estes poderosos meios de comunicação criam e amplificam. A Igreja adverte que o uso de técnicas e tecnologias de comunicação contemporâneos são parte de sua missão no terceiro milénio."
E abaixo está o documento referido à fé e a mídia:











